terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
NGL #50 — Ter um Saint Obamas Momjeans e um QAnon é bom ou ruim?
Acabo de ler "Jeffrey Epstein's 4chan Plan" de Matt Gallagher (lido em inglês/Parte 4 Final)
Nome:
Jeffrey Epstein's 4chan Plan
Autor:
Matt Gallagher
Link:
https://bylinetimes.com/2026/02/06/jeffrey-epsteins-4chan-plan/
Steve Bannon usou amplamente o seu podcast (War Room) para amplificar o QAnon nos anos de 2019 a 2020. Em uma das ocasiões, o seu podcast apresentou a ideia de que o Partido Democrata era um partido de pe... nessa ocasião, ele estava com a Marjorie Taylor Greene. Posteriormente ele chamaria isso de psyop.
É evidente que Steve Bannon não era o único a comentar sobre QAnon. O republicano Michael Flynn, um general aposentado e que serviu como Conselheiro de Segurança Nacional por vinte e dois (22) dias ao governo Trump, também apoiou publicamente o movimento QAnon. Privadamente, ele chegou a dizer que era um nonsense total (algo completamente sem sentido) e uma operação de desinformação. Algo que tornava até mesmo os seguidores malucos.
De qualquer forma, o movimento QAnon continua dentro do MAGA e Donald Trump (o messias do movimento) continua citado nos arquivos de Epstein. Atualmente, os seguidores de QAnon não sabem muito bem em que fundamentar as suas crenças. Outros, e isso falo como observar — é por isso que muitos de vocês me acompanham, pelo o que sei internamente da cena channer (e vocês sabem que é muita coisa) —, chamam Q. de Operation Trust (isso não é uma afirmação, mas a descrição de como dado grupo dentro da cena channer se porta diante da falência de Q.)
Acabo de ler "Jeffrey Epstein's 4chan Plan" de Matt Gallagher (lido em inglês/Parte 3)
No ano de 2016, a WikiLeaks acabou liberando 20 mil páginas de e-mails do gerente de campanha da Hillary Clinton (John Podesta). Quando as revelações vieram à público, os anônimos do 4chan começaram a correlacionar os seguintes termos "pizza", "pasta" e "hot dogs". Nisso, começaram a associar ao abuso de menores e a pizzaria Comet Ping Pong. O que levaria ao Pizzagate.
Não era só o 4chan que estava analisando isso. Os subreddits r/TheDonald e r/pizzagate também analisavam os arquivos. Essa correlação de forças logo sairia do 4chan e do Reddit, adentrando ao Facebook, YouTube e Twitter (atualmente X).
O que chamará a atenção é o fato de que o próprio Jeffrey Epstein enviou e-mails (mesmo que sem contexto) para Peter Thiel e para o ex-conselheiro do Donald Trump (Tom Barrack). Epstein também se encontrou com James Damore e Kevin Cernekee, dois influenciadores de direita. Esses dois estariam supostamente envolvidos na promoção da narrativa da teoria conspiratória do Pizzagate.
Acabo de ler "Jeffrey Epstein's 4chan Plan" de Matt Gallagher (lido em inglês/Parte 2)
Em 2014, a cultura channer tinha homens jovens incrivelmente mais radicalizados. Ali se começava a cruzada contra o politicamente correto e contra os guerreiros da justiça social (SJW = social justice warrior). Eles viam esses dois componentes como estando na mídia, academia e cultura (o leitor deve se lembrar da ideia de "Catedral" na NRx [neorreacionarismo).
Nesse período, rolava a Gamergate. A Gamergate era uma campanha descentralizada e coordenada de perseguições e ameaças de morte e estupro contra mulheres, feministas e minorias. Muitas pessoas olhavam para o crescente radicalismo dos jovens e sentiam-se desconcertadas, mas nem todas. Onde muitos veriam caos, Steve Bannon, que era executivo da Breitbart e que posteriormente seria estrategista de Donald Trump, viu um potencial fantástico, ele viu o protótipo da sua nova armada populista. Chegando a ver isso como um "poder monstruoso". Nesse período, chamou Milo Yiannopoulos para conectar os fóruns anônimos com as massivas audiências.
Pouco a pouco, Steve Bannon e Jeffrey Epstein construíam uma parceria que casava estratégia e finanças. Isto é, construíam conjuntamente a coalizão populista do MAGA (Make America Great Again). Se Steve Bannon olhava para os jovens do Gamergate como um general olha para um potencial exército vitorioso, Jeffrey Epstein realizava outros movimentos. Epstein procurou o youtuber e neurocientista de extrema-direita Jean-François Gariépy (um canadense). Gariépy chegou a declarar em seu perfil no Twitter/X:
domingo, 22 de fevereiro de 2026
Acabo de ler "Jeffrey Epstein's 4chan Plan" de Matt Gallagher (lido em inglês/Parte 1)









