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quinta-feira, 23 de julho de 2026

4chan Recommendation Archives #1 — Horror Movies (1)

 


Notes:

1. I extracted these movies with AI. This thing is for my personal use, but you can use it if you like!

2. If you want know more about my work with Chan culture, try to look my two articles about Esoteric Chan Culture:

https://cadaverminimal.blogspot.com/2025/10/homo-est-spectaculum-hominis.html?m=1

https://cadaverminimal.blogspot.com/2026/02/channer-esotericism-for-academics.html?m=1

3. Try to use our Gnostic Warfare System with AI (entirely based on Esoteric Chan Culture):

https://drive.google.com/drive/folders/1Btp2ltWTNnAO1r-txzOjS66mDed1Pnjq

4. Try to see our PDFs of Esoteric Chan Culture:

https://drive.google.com/drive/folders/1XrJj772czH4OPLsUZjLDwZlh6vszzcOo

5. If you like, enjoy a game based on Esoteric Chan Culture with AI:

https://drive.google.com/drive/folders/1hFtIs-5msW4nbD77mg7Vx4WdJ4NW97iF


Based on the provided 4chan /hor/ (Horror) thread, here is a categorized list of all the movies and short films that were recommended or highlighted by the users:


🌟 Highly Recommended Feature Films


History of the Occult – Recommended as a "bonafide good rec" (especially as an alternative to Masking Threshold).

La Main du diable (also known as The Devil's Hand or Carnival of Sinners, 1943) – Recommended for fans of Bram Stoker’s Dracula (1992) and classic devil-themed cinema.

Session 9 – Highly praised ("kino"), specifically noted for its use of an abandoned mental asylum setting.

Blood and Black Lace – Recommended for viewers who enjoy 70s/80s neon lighting aesthetics in horror.

Tenebrae – Recommended as Dario Argento's best film.

The Keep (Grindhouse version) – Recommended for its "kino" visuals and soundtrack, despite some silly tonal elements.

The Old Dark House (1930s) – Recommended as a "quick fix, like a tight little fifty-minute scare."


🎬 Recommended Short Films


Recorded Live (1975) – A student short by the creator of Tremors and Short Circuit. Called "easily the best of this batch" with a demented, vintage vibe.

Viola vs. The Vampire King (2017) – Praised for being shot on 8mm film, giving it a great, grainy, supersaturated aesthetic.

Living Dolls (1980) – Noted for its Twilight Zone-style ending.

Skin Flick (2025), Thresher (2014 & 2016), We Got A Monkey's Paw (2018), Orum (2024), and Copycat (2015) – Also mentioned in a batch of short film reviews (though with mixed reactions, Recorded Live was the standout).


⚠️ Recommended with Caveats / For Specific Tastes


Frankenstein’s Army (2013) – Recommended only if you like cool monsters, gore, and incredible visual design/atmosphere. (Warning: The characters are described as incredibly stupid and incompetent, and the story "sucks ass").

Amityville 3-D – Mentioned as a worthwhile sequel to pair with Amityville II, noting it has "good moments" and a "solid cast," though not as good as the first two.

The Love Witch & The Velvet Vampire – Mentioned as great reference points for a specific 1970s witchcraft aesthetic (plentiful nudity, low gore, stylish).

Pontypool – Described as "good, but also up its own ass somewhat," with a wish that the ending was better. Great for fans of "radio horror."

Undertone – Mentioned as successfully capturing the "radio horror" feeling better than Monolith.


🔍 Notable Mentions (Discussed for Specific Themes)


Found Footage Recommendations: Final Prayer and Leaving DC were explicitly recommended for found-footage fans. (Digging Up The Marrow, The Dark Tapes, and Jeruzalem were also mentioned as recent watches).

Best Depictions of the Devil: Alias Nick Beal and The Devil’s Advocate were posted as top-tier examples of charming/clever devil depictions. 

Reanimator – The original is highly regarded in the thread, though users are heavily criticizing the rumored changes in the upcoming remake.


(Note: Movies like "Lookout", "Monolith", and "Masking Threshold" were mentioned in the thread, but were actively criticized or called boring/annoying by the users, so they are excluded from the recommended list.)

quinta-feira, 27 de junho de 2024

Acabo de ler "Dracula Defanged: Empowering the Player in Castlevania" de Clara Fernandez-Vara (lido em inglês/Parte 1)

 


Nome completo do artigo: Dracula Defanged: Empowering the Player in Castlevania: Symphony of the Night


O que há de tão interessante em Castlevania? Talvez seja o fato de você lutar contra criaturas malignas e salvar a Terra. Talvez seja porquê é legal chicotear monstros num Castelo Metamorfo. Talvez seja simplesmente porquê violência simulada em um ambiente virtual fantasioso seja divertido. Talvez seja a própria ambientação louca do Castlevania, o fato do Castelo ser a imanentização dos medos da humanidade, do inconsciente de todos que passam e vivem lá, de como ele se altera e adapta conforme o psiquismo humano coletivo e pessoal. De qualquer modo, Castlevania fornece múltiplas possibilidades, não só narrativas, como estéticas, como de gameplay.


A autora estabelece que fará uma distinção: existem dois vampiros centrais dentro do jogo. Um é um semivampiro, o Alucard. O outro é um vampiro muito específico, visto que é o vampiro central e "pai" de todos os outros vampiros, o Drácula. A linha narrativa de cada um desses vampiros segue em linhas opostas. O que demonstra que não há um "modelo universal de vampiridade". Essa contradição já se observa no nome: Alucard é Drácula de trás pra frente. O que significa não só uma coincidência, como uma contradição entre visões de mundo e até mesmo um conflito existencial que se projeta em cada momento do jogo.


O mais interessante disso tudo é o fato de que Alucard tem os mesmos poderes básicos do Drácula. Até porquê ele é filho do próprio Drácula. A questão familiar é bastante interessante, visto que o mais natural seria que o Alucard fosse do "mal" e se aliasse ao próprio pai em sua luta contra a humanidade. Tal não é o caso observado. O que se observa é o conflito entre o rei dos vampiros e o princípe dos vampiros. O jogador encarna e aprende a ser um vampiro pouco a pouco. E essa linha contraditória leva ao próprio Alucard entrar num questionamento existencial: ele é o legado direto do rei dos vampiros e são os poderes vampíricos que ele usa para derrotar o rei dos vampiros. Isso fornece uma tensão que não escapa ao senso de observadores atentos.

quarta-feira, 16 de novembro de 2022

Acabo de ler "A Metamorfose" de Franz Kafka

 




Poucos livros me deram tensões sentimentais tão grandes quanto esse. Lê-lo é terrível e, contraditoriamente, apaixonante. A expressão "incompreensível" é o que marca o sentimento que nutro. Ao mesmo tempo em que me horrorizava, tornava-me mais e mais expectante do resto da história.

Se um dos princípios reguladores da vida social é a comunicação, o que fazer quando nos tornamos incomunicáveis? A própria capacidade das pessoas de nos entenderem se perde. Tornamo-nos, quase que ao todo, ininteligíveis. A vida precisa de uma previsibilidade que dê seguridade ao campo comum. Sem isso, entramos numa zona de conflito desconcertante pois já não sabemos o que esperar.

O personagem central, Gregor Samsa, torna-se um incompreendido atado a própria subjetividade que se torna uma maldição inerente. A família passa a vê-lo como um fardo e, depois, como um perigo. Isso me passou uma terrível impressão psicológica, dando-me mais e mais desespero enquanto eu lia o livro. Era-me aterrador a ideia de tornar-me um monstro - mesmo que isso seja objetivamente impossível.

O livro é uma obra de terror. Um terror que adentrará no imaginário do leitor e o tirará da esfera do compreensível em todo momento e sempre se desdobrará num inesperado que logo engata outro inesperado. Por um lado, torna-se fascinante. Por outro, leva-nos a um questionamento acerca da nossa natureza mais íntima e sombria.

Certamente um livro horripilantemente denso, capaz de proporcionar não só um entretenimento como uma reflexão acerca  de nossa própria interioridade.