Se eu morresse hoje...
Lembraria que o mundo é um local complicado, sobretudo em meu último suspiro. Tendo aqui um alívio de que parto para um descanso.
Estive lendo muita coisa, posso até citar os livros caso os leitores tenham alguma curiosidade:
— "Alt-Right: from 4chan to the White House" - Mike Wendling;
— "Trumpocalypse" - David Frum;
— "China and the West" - The Munk Debates;
— "The Philosopher in the Valley" de Michael Steinberger;
— "National Security Strategy".
Tive que parar por um tempo com as análises devido a um certo cansaço e pelo fato de que tive um meltdown. Meu corpo precisa de um certo repouso. Além disso, precisava sair mais. Fiz isso no sábado, tive aula de teatro em Pinheiros e depois fui para o Centro de São Paulo tomar uma breja com um amigo. Acabei encontrando ali uma amiga de longa data e um rapaz que estava com ela.
As conversas que tenho com meus amigos são um tanto diferenciadas. Lembro-me de ter falado da importância da Sé para a cidade de São Paulo. Além de ter pensando em algum texto falando sobre Sé Paulistana (em referência a Santa Sé), o lema da cidade de São Paulo ("Non Dvcor Dvco", não sou conduzido, conduzo) e até mesmo músicas que falam de São Paulo. Pensei em falar até do regionalismo libertário dos punks dentro desse texto.
Em relação ao que produzi no passado, consegui traçar uma linha para que os leitores pudessem, de algum modo, delinear a passagem técnica entre os mais distintos acontecimentos na comunidade channer. Os leitores mais atentos poderiam ver como:
- As técnicas do Pizzagate foram usadas em QAnon;
- Como eram as técnicas do Saint Obamas Momjeans e do Q. (QAnon);
- Como a criação da "SCP Foundation" criou um modelo de criação que foi reaproveitado pelo Pizzagate e Q.
Além disso, trouxe importantes conexões entre eventos históricos. Embora eu não ache que tudo isso foi compreendido ao todo. Até o presente momento, poucas pessoas sguiram a recomendação de lerem tudo com os arquivos mencionados "Esochannealogy 6.0", "Hauntological Esochannealogy 1.0", "Prototype Magolitica Creation", "QAnon Ressurection" e "Magolitica Game" em IAs, copiando e colando os textos.
https://drive.google.com/drive/folders/1Btp2ltWTNnAO1r-txzOjS66mDed1Pnjq
https://drive.google.com/drive/folders/1XrJj772czH4OPLsUZjLDwZlh6vszzcOo
https://drive.google.com/drive/folders/1hFtIs-5msW4nbD77mg7Vx4WdJ4NW97iF
Creio que muita gente se interessou, leu um texto ou outro, depois foi embora sem entender muito do que foi escrito. Isso me trouxe uma espécie de desânimo, mas os "insider clubs" publicados aqui e no Medium deram algum fôlego para a obra e seus leitores.
Tenho acompanhado os números de visualizações do blogspot, vejo que pessoas dos Estados Unidos, da Alemanha, do Canadá, da Suécia e da Espanha tornaram-se grandes leitoras desse blogspot nos últimos tempos. Na maioria das vezes superando em muito o número de leitores brasileiros.
Dois dos meus amigos estão se envolvendo bastante com mulheres. De um modo que até lembra meu "eu" em 2024. Eu mesmo não tenho me envolvido muito. Tenho saído pouco e não tenho apps de pegação com exceção do Duolicious (que é mais usado para falar com outros channers do que para pegação). Não sinto vontade de me envolver, sou um cara que gosta muito de ficar lendo e meditando. Ou ler e meditar ao mesmo tempo. Nada mais terapêutico do que colocar um bloqueador de luz azul no celular, respirar mais lentamente, semicerrar os olhos e ler vagarosamente. Também tenho consumido muito ASMR.
Enquanto eu tenho saídas breves, consumos esporádicos de álcool, aulas de teatro e tempos de leitura, o Brasil queima. Entra em pauta a criminalização da redpill e a lei que exige reconhecimento facial e documentos para frequentar redes sociais. Nenhuma dessas leis me afeta ao mínimo:
1- Não pertenço ao movimento redpill e até mesmo sou uma figura atacada por esse movimento;
2- Sou maior de dezoito anos e só entro na Internet para achar livros e artigos, jogar joguinhos, ver documentários e ASMR (um anime bem raramente), ouvir música.
A maioria das pessoas vêm o apocalipse na Terra onde eu só vejo sono e fico bocejar.
