Em 2014, a cultura channer tinha homens jovens incrivelmente mais radicalizados. Ali se começava a cruzada contra o politicamente correto e contra os guerreiros da justiça social (SJW = social justice warrior). Eles viam esses dois componentes como estando na mídia, academia e cultura (o leitor deve se lembrar da ideia de "Catedral" na NRx [neorreacionarismo).
Nesse período, rolava a Gamergate. A Gamergate era uma campanha descentralizada e coordenada de perseguições e ameaças de morte e estupro contra mulheres, feministas e minorias. Muitas pessoas olhavam para o crescente radicalismo dos jovens e sentiam-se desconcertadas, mas nem todas. Onde muitos veriam caos, Steve Bannon, que era executivo da Breitbart e que posteriormente seria estrategista de Donald Trump, viu um potencial fantástico, ele viu o protótipo da sua nova armada populista. Chegando a ver isso como um "poder monstruoso". Nesse período, chamou Milo Yiannopoulos para conectar os fóruns anônimos com as massivas audiências.
Pouco a pouco, Steve Bannon e Jeffrey Epstein construíam uma parceria que casava estratégia e finanças. Isto é, construíam conjuntamente a coalizão populista do MAGA (Make America Great Again). Se Steve Bannon olhava para os jovens do Gamergate como um general olha para um potencial exército vitorioso, Jeffrey Epstein realizava outros movimentos. Epstein procurou o youtuber e neurocientista de extrema-direita Jean-François Gariépy (um canadense). Gariépy chegou a declarar em seu perfil no Twitter/X:

